Arquivo para julho, 2010

Mano Menezes – O novo técnico da Seleção Brasileira!

Posted in Diversidade with tags , , , on 28 de julho de 2010 by Sergio Contri

Hey Hey Hey!

Você deve estar se perguntando sobre esse post que vai ler hoje e o porque de eu postar algo assim aqui… Bom, a explicação que eu tenho é a seguinte, que com a técnica de treinador na Seleção e com a mudança que ele, dirigentes, estão prometendo, a Seleção tem tudo para se dar bem daqui pra frente e, quem sabe, trazer o tão sonhado Hexa em 2014, com a Copa do Mundo Fifa sendo aqui no Brasil!

Mas, uma grande parte das pessoas que leêm esse blog sabem que eu não torço para o Brasil quando falamos em futebol, pois o futebol brasileiro se tornou uma grande decepção pra mim quando empresas, leia-se Nike, começaram a querer mandar na convocação e escalação da nossa Seleção e até mesmo os dirigentes querendo mandar nisso…

Saindo desse assunto, venho aqui falar dos convocados pelo Mano Menezes, que merece esse cargo que ele recebeu, pois é um técnico muito competente e sabe montar um time bem pra frente, aquele time que o brasileiro gosta de ver jogar, com passe de bola rápido e um ataque muito forte. Ele, gaúcho, tem tudo para ganhar títulos pela seleção e desejo toda sorte a ele…

Ele fez uma grande mudança ao convocar muitos atletas que estão bem abaixo da idade média que a Seleção vinha apresentando nos últimos anos, e só convocou quatro atletas que jogaram a última Copa do Mundo Fifa, o que mostra que ele quer mudar mesmo a cara do Brasil que estavámos acostumados a ver em campo, com um passe de bola horrível e um ataque muito fraco, sem velocidade e sem criatividade.

Com a entrada de Neymar, Ganso e Hernanes, o Brasil ganha muita velocidade e criatividade no seu meio-campo e ataque, com isso veremos belas jogadas em campo e, quem sabe, gols mais bonitos que de Pelé e Cia.

Bom, não vou me alongar muito falando da Seleção Brasileira e de como ela irá jogar, irei é fazer um breve, mas bem breve mesmo, resumo da história do Mano Menezes como técnico.

Mano Menezes recebendo o agasalho da Seleção

Mano foi técnico das categoriais de base do próprio Gurani-RS, onde jogara amadoramente, clube que se profissionalizou. Depois, treinou a base do Caxias e do Internacional de Porto Alegre. Também fez estágio no Cruzeiro em 1997, com Paulo Autuori.

Retorna novamente para o Guarani-RS, agora como treinador profissional, em 1997. Conseguiu destaque por lá, vencendo o Campeonato Gaúcho de Futebol de 2002 e a seletiva para a Copa Sul-Minas nesse mesmo ano.

Depois, treina o Brasil de Pelotas e o Iraty, em 2002 e em 2003, respectivamente. Em 2003, volta ao Guarani e fica por poucos meses.

Em 2003, ganha notoriedade por sua boa campanha na Copa do Brasil de 2004, no comando do 15 de Novembro, chegando à semifinal e obtendo o 3º lugar. De 2004 à 2005, treina o Caxias.

Em 2005 ele assume o Grêmio, onde conquista o título da Série B e faz com que o Grêmio retorne à elite do futebol Brasileiro. Em 2006 e 2007 ele ganha o campeonato Gaúcho pelo Grêmio e também em 2007 ele consegue o vice-campeonato da Copa Libertadores da América, perdendo para o Boca Juniors a final.

Depois disso, em 2008 ele assume o Corinthians com a missão de trazer o time de volta a elite do futebol Brasileiro e consegue isso, em 2009 ele conquista o Paulistão e a Copa do Brasil pelo Corinthians e depois de todo esse trabalho como treinador, com muitos títulos e nunca contestado por ninguém, assume a Seleção Brasileira em 2010, seu cargo mais alto como treinador.

Bom, hoje foi um post bem diferente do comum, mas eu precisa falar sobre isso, pois, até que enfim, ocorreu uma mudança na Seleção e ainda tenho esperanças que o Brasil pense melhor e comece a investir em outros esportes também, quero ver mudanças em tudo!

See ya!

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Wes Montgomery, Jazz it´s his name.

Posted in Guitarristas, Jazz with tags on 26 de julho de 2010 by Ricardo Makaron

Hey folks?

Ahh férias acabando, hora de pensar em parar de acordar às 14:50hrs, recuperar as forças e voltar à ativa novamente!! Bom a maioria ainda tem 1 semana mas eu começo hoje [finalmente tava morrendo de tédio].

Bom depois de um domingo tedioso como sempre, levantei, fiz meu café e tava pensando no que escrever. Lembrei que eu tinha um projeto faz um tempo de falar sobre grandes mestres do Jazz, e é esse segmento que estou começando, uma série de postagens sobre guitarra jazz, começando com um dos mais influentes Jazzistas da história, ainda não sei se vou me apegar a guitarra ou se vou falar de outros mestres.

Here we go!

Wes Montgomery.

Nasceu em Indianapolis – 25/03/1925 e faleceu em 15/06/1968.

Começou a tocar tarde com 19 anos por influência de Charlie Christian[o cara que pegou a guitarra e parou de fazer só o ritmo e começou a solar em jazz], Wes memorizava os solos de Charlie e reproduzia na guitarra. Wes [Jonh Leslie Wes Montgomery] já era profissional na guitarra 6 mêses após começar a tocar.

Não tocava de maneira convencional com palheta ou usando os outros dedos ele tocava somente com o dedão, por isso que seus solos sempre soam aveludados e polidos, outra marca registrada é como ele brinca com as oitavas de sua guitarra. Os mais xiitas falam que ele parou de fazer Jazz em 65 mas outros nomes como George Bensor e Pet Metheny se dizem discipulos declarados de Montgomery [ou seja quem somos nós pra questionar alguma coisa?].

Wes Montgomery

Wes Montgomery

O cara é tão ferrado que já tocou com todo tipo de formação, já tocou em trio, orquestra, quarteto, com seus irmão [formação no qual ficou conhecido] e até com o sexteto de Jonh Coltraine. Infelizmente aos 43 anos teve um ataque do coração e abandonou esse mundo e foi para um plano elevado. Nos deixando aulas e mais aulas de como tocar guitarra de todo o tempo e não só jazz.

É isso pessoal eu vou falar de quem começou com essa história de quem passou a fazer jazz com a guitarra [Charles Christian] semana que vem.

Hugs!

Long live JAZZ.

John Sykes.

Posted in Uncategorized on 25 de julho de 2010 by gustavoventurini

   Esse é  um ótimo guitarrista  que não é conhecido universalmente pelos fãs de Rock and Roll , mas muito conhecido pelos fãs de bandas como Whitesnake e Thin Lizzy, pelo seu enorme talento.

  Sykes começou sua carreira em 1980 em uma banda chamada The Tygers of Pan Tang , banda qual tentava surfar na New British Wave of Heavy Metal, após 2 anos compondo e excursionando com o the Tygers, Sykes veio a fazer parte do Thin Lizzy( que é uma banda pra la de foda tbm diga -se de passagem).
  
 No Thin Lizzy Sykes participou do albúm “Thunder & Lightning” e do ao vivo Live Life gravado pela BBC no Reading Festival de 83, mas com certeza sua passagem no Thin Lizzy foi uma preliminar em sua carreira já que o pico culminate da sua carreira seria com a sua entrada para o Whitesnake.

  Com o Whitesnake gravou o albúm Slide in It que foi um sucesso e em 1985 promovendo o albúm acabaram por vir tocar no Rock In Rio para mais de 500 mil pessoas fora  o fato de ser transmitido pela tv para toda América do Sul.{ Ouça o Cd do Whitesnake ao vivo no Rock in rio, um dos melhores ao vivo que ja escutei em toda minha vida}

  Mas em 87  o Witesnake lançava o albúm com próprio nome da banda, no qual Sykes mostrou seu talento  na forma de compositor, escrevendo músicas em parceria com Coverdale(dipensa apresentações), e com isso comporão “Still Of The Night” (que enlouquece qualquer garota hard XD”) e a balada “Is this love” e com esses sucessos venderam 20 milhões de cópias ao redor do mundo. {Tenho essa bolacha, não canso de ouvi,ouça esse albúm também!!!}.

  Atulamente Sykes toca em uma banda aclamada pela crítica chamada “Blue Murder”, la na terra da rainha , na qual Sykes está  cantando também além de tocar virtuosamente e brilhantemente as 6 cordas, como sempre fez.

                                                                                                         Gustavo Venturini.

p.S: Queria proveitar e agradece ao Sykes por ter me aranjado aquela credencial para o Backstage no Rock in Rio, na qual pode ver todo show no palco. Abraços Sykes….

O Divino do Rock “News”

Posted in Diversidade with tags , on 21 de julho de 2010 by Sergio Contri

Hey Hey Hey!

Hoje meu post não vai ser muito longo e muito menos cansativo, pois estou aqui para falar de um blog que minha irmã, a @CarolContri me passou…

Esse blog foi lançado a muito pouco tempo e está falando exclusivamente sobre uma pessoa, o Serguei!

O blog, para quem tiver curiosidade de acessar é esse http://www.sergueinews.blogspot.com/ e eu digo que vale a pena. O último post colocado lá foi uma entrevista que o Serguei deu ao JT e que foi publicada no jornal de ontem, muito boa, diga-se de passagem.

E quem tiver interesse, pode seguir no twitter (@SergueiNews) para maiores informações e para saber quando vai rolar outro post sobre o Divino do Rock, essa lenda que ainda vive entre nós!

Qualquer dia desses eu faço um post explicando melhor quem é/foi Serguei e tudo que ele fez, desde lançar discos até comer a Janis Joplin!


LONG LIVE TO THE ROCK!

Kiss FM!

Posted in Diversidade with tags on 19 de julho de 2010 by Ricardo Makaron

Hey, folks?!

Todo ano no dia internacional do rock a kiss fm abre suas portas até às 18h para todo que quiserem visita-la, comer uma pizza , conversar com a galera de radio e se quiser mandar sua mensagem ao vivo!!

E esse ano não foi difente, é o 3º ano que eu vou e me divirto com o pessoal de lá! Esse ano estava na rádio o Henry do Carmo, nunca o tinha visto ao vivo, ano passado eu encontri com o Branco. O legal nesse dia é que você encontra pessoas de todas as idades, classes e etnias. Nesse vi um garoto que não devia ter mais de 10 anos estava com uma camisa da kiss uma jaqueta escrito ROCK bem grande, muito legal!

Bom fica minha dica de um bom passeio no dia do Rock!!!

Long live ROCK AND ROLL

R. Makaron

Jerry Lee Lewis lançando CD novo com participações especiais.

Posted in Lançamentos de cd's on 17 de julho de 2010 by gustavoventurini

     Sim, parece mentira mas o jurássico e indestrutível Jerry Lee Lewis  pioneiro do Rock”n”Roll nos anos 50 ainda tem a disposição de quando era um jovem insano que colocava fogo no piano.

    Ano passado ja havia me surpreendido com o Sr.Lewis que fez um show memorável no Credicard Hall levando o público a loucura, e como ele pregava nos seus shows que ele não queria ver ninguém sentado, assim foi, e os pedidos dos seguranças para o pessoal doo mesanino se sentar foi totalmente em vão.

 Esse ano me surprrendo de novo, a Fera do Rock vai lançar um cd novo e com participações mais que ilustres.

[Vou separar por ícones para que vocês prestem melhor atenção!!XD”]

-Keith Richards tocando guitarra no clássico do Stones, “Sweet Virginia”;

-Mick Jagger canta “Dead Flowers”, outro som do Stones com uma pegada mais Country;

– Ronnie Wood contribui na faixa “Mean Old Man”, uma canção que o ator, músico e amigo de Jerry, Kris Kristofferson, compôs para o disco;

-Eric Clapton e James Burton tocam guitarra em “You Can’t Have Her”;

-Ringo Starr e John Mayer aparecem em “Roll Over Beethoven”, de Chuck Berry;

-Marle Haggard e Willie Nelson, as lendas do Country cantam em “Swinging Doors” e “Whiskey River”;

-Kid Rock e Slash dão as caras em “Rockin’ My Life Away.

    O álbum, que será lançado em duas versões – uma edição padrão com 10 faixas e uma de luxo com 18 canções – foi produzido por Jim Keltner e Steve Bing e gravado em Memphis e Los Angeles. O trabalho será lançado no dia 7 de setembro.

 Não, só eu mas como todos fãs do Rock´n´ Roll aguardaremos ansiosos até o dia que se celebra a independência do Brasil.

                                                                                       – Gustavo Venturini.

Músicas de Protesto – Parte I

Posted in Músicas de Protesto with tags , , , on 14 de julho de 2010 by Sergio Contri

Hey Hey Hey!


Hoje estou começando mais uma série de posts, onde irei falar das músicas que foram feitas em protesto contra algo, desde a política até a mídia!

São inúmeras músicas assim, mas aqui só irei falar das melhores e aquelas que representaram algo para o povo, aquelas que marcaram gerações e que até hoje são lembradas e cantadas por todos, desde os mais velhos até os mais novos que sabem da história da música!

Irei começar falando da música Roda Viva, que foi composta pelo glorioso Chico Buarque e interpretada por ele mesmo juntamente com o quarteto MPB4!

Roda Viva

Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu…

É nítido o sentimento de impotência que acometia a parcela da população que sabia o tamanho do perigo que o país encontrava-se ao passar por uma Ditadura. Ditaduras servem apenas para mergulhar um país em ruínas. Para atrasá-lo, se não de modo econômico, mas de modo cultural e social. A maior parte da população achava que estava tudo bem, pois não sabia o que se passava. E aqueles que sabiam de algo não podiam fazer muito, podendo sofrer sérias consequências. Era como se não estivessem mais ali (como quem partiu).

A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino prá lá…

Roda-viva era um movimento de policiais que ficavam perambulando pela cidade e ficavam separando as rodinhas de pessoas que se formavam, para não deixar que eles combinassem alguma rebelião, não permitiam que mudanças sejam elaboradas. Os dois primeiros versos mostram a vontade de lutar contra tudo o que acontecia, enquanto os dois últimos apenas confirmam a impotência descrita na estrofe nº1.

Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração…

O refrão cita diversas palavras com o termo “roda”. Roda mundo, roda gigante, roda moinho e roda pião, dispostos em sequência, dão a sensação de repetição e de continuidade, tal qual a roda-viva, que não para em momento algum. Isso apenas reafirma que, por mais que você tente ou não mudar algo, consiga ou não… A roda viva não para. O mundo não para para esperar, ou para ajudar.

A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a roseira prá lá…

Se uma tag pudesse ser inserida nessa análise, eu escolheria a palavra impotência. Não existe palavra que faça mais sentido, aqui. Observemos os primeiros quatro versos dessa estrofe. Nos dois primeiros, percebemos que existe a tentativa de causar mudanças e reflexões. Ir contra a corrente é ignorar a massa ignorante. Nos próximos dois versos, porém, admitem que nem tudo foi feito. A “volta do barco” é o retorno, a volta ao ponto inicial. Mais que o desejo de ter “voz ativa”, a esperança é cultivada, coisas boas são plantadas e aqui retratadas como uma “roseira” que, assim como todo o resto, é levado pela imponente roda viva.

A roda da saia mulata
Não quer mais rodar não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou…

A saia da mulata não roda mais; não há mais dança, não há mais serenata, não há mais roda de samba. É preciso admirar a genialidade de Chico Buarque ao retratar a quietude de um povo frente à censura que, impedido até de lutar pelo seu país, aquieta-se. Cala-se.

A gente toma a iniciativa
Viola na rua a cantar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a viola prá lá…

Faz-se, aqui, uma repetição da ideia de lutar contra a corrente. A figura da viola representa a música, as composições que poderiam fazer alguma diferença e são levadas pela roda viva… Censuradas pela Ditadura.

O samba, a viola, a roseira
Que um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou…

Depois de tanto lutar em vão, desiste-se de fazer a diferença. Como se a Ditadura, de fato, tivesse vencido, e qualquer resquício de mudança fosse ilusório, e tivesse sido levado por uma brisa qualquer.

No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a saudade prá lá…

Talvez o mais triste dos versos, mostra que já não há mais vontade de mudar. Existe a saudade no peito, aquela vontade de que as coisas voltem a ser como antes eram… Mas já existe tanto descontentamento, tanta tristeza, que é mais uma coisa que a roda-viva ceifa do peito de todos: a saudade.

Bom, fica aí a analíse da música Roda Viva para vocês, e espero que entendam um pouco mais do que acontecia na época da Ditadura aqui no Brasil. Essa época já passou, mas ainda vivemos uma Ditadura escondida, com censura e tudo mais! Que com o tempo isso mude, censura não está com nada e o povo brasileiro merece ter “Voz Ativa” nesse paí, devemos poder reclamar por melhorias sem sermos alvos de tiros com armas de borracha ou sermos alvo de algum tipo de repressália!

Deixo aqui meus sentimentos de pura tristeza com o que acontece no Brasil e que, volto a dizer, tudo mude com o passar do tempo! Pois não adianta mudar o mandatário do país e continuar a mesma merda de sempre! E, povo brasileiro, vamos reclamar mais, não vamos só abaixar a cabeça, aceitar o que eles querem e deixar tudo como está, vamos às ruas pedir melhorias para o nosso país!

Eu tenho orgulho de ser Brasileiro, mas teria muito mais orgulho se nossos administradores soubessem gastar nosso dinheiro de modo certo, ao invés de pegar e colocar o dinheiro em seus bolsos e fingir que está tudo bem, podiam melhor a educação do país e investir mais nos esportes, pois o esporte faz com que muitas crianças saiam das ruas e se tornem alguém na vida!

Bom, não irei me prolongar mais, pois quando eu começo, eu não paro. Espero que tenham lido isso até o fim e que mudem o pensamento de vocês, pois não adianta só reclamar e não fazer nada, tem que lutar contra isso.

Hoje não irei acabar com o “Long Live To The Rock”, irei acabar diferente…

VIVA O BRASIL! VIVA CHICO BUARQUE E TODOS AQUELES QUE PROTESTARAM CONTRA A DITADURA, SEJA EM MÚSICA OU EM PASSEATAS!