Arquivo para fevereiro, 2010

Um blog bom para ler e ficar atualizado sobre shows!

Posted in Diversidade on 26 de fevereiro de 2010 by Sergio Contri

Hey Hey Hey!

Eu encontrei um blog enquanto eu vasculhava a internet que é muito bom! O blog é o da revista Sua Escolha, que está sempre postando atualizações sobre shows e eventos que estão acontecendo na cidade de São Paulo e no Brasil, de todos os estilos, desde o bom rock até os de MPB. Além dos shows, eles também falam sobre promoções que estão ocorrendo por aí. Vale muito a pena conferir algumas novidades por lá e ficar sempre por dentro dos shows que estão rolando, para você não perder nenhum!

Um abraço para o pessoal do blog da revista Sua Escolha e que eles tenham muito sucesso. Segue o link do blog http://suaescolha.com.br/blog/

LONG LIVE TO THE ROCK!

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O Camaleão do Rock!

Posted in Bandas Comentadas with tags , , , on 26 de fevereiro de 2010 by Sergio Contri

Hey Hey Hey!

Quem é essa figura,  ambígua,  que tem cabelos longos e curtos,  louros e cor de laranja,  que se veste como um ser espacial ou como um crooner da década de 40?

A julgar pelo que eu disse agora, é claro que só posso estar falando do David Bowie, que nasceu em Brixton em 1947. Ele chegou a cursar alguns anos de escola de arte,  mas logo saiu para trabalhar em agências de publicidade e,  eventualmente,  tocar com os diversos grupos,  comos os Conrads.

Bowie,  sozinho ou acompanhado,  por alguns de seus vários grupos,  chegou a gravar um LP para a Deram e alguns avulsos para a Pye, mas nada aconteceu.  O sucesso só veio em 1969,  com a canção “Space Oddity”,  gravada num compacto da Mercury.  Esse LP vendeu milhares de cópias,  mas ainda não era o sucesso, o verdadeiro e duradouro.

Ele lançou mais um LP depois deste, só que não fez o mesmo sucesso, fazendo com que Bowie abandonasse a música e dedica-se seu tempo à mímica e ao teatro, chegando a fundar um Laboratório de Artes em Beckenham.  Mas desiludiu-se com isso também e foi passar uma longa temporada nos Estados Unidos, onde conheceu Andy Warhol, artista plático bem louco!

A marca de Warhol está bem presente no álbum seguinte de Bowie, “The Man Who Sold The World”, feito para saldar seu contrato com a gravadora Mercury. A música era um rock muito pesado, as letras eram perfurantes.  Esse álbum vendeu 50 mil cópias e deixou os críticos americanos entre surpresos e admirados, embora a imprensa inglesa o tenha ignorado!

Mas foi só no ano e LP seguinte que o mito Bowie ficou pronto para ser consumido. O ano de 1972 marca o início da explosão glitter, o rock mais glamurisado, sexualmente ambíguo.

Bowie, vulgo Ziggy

O LP “Hunky Dory” foi um marco na carreira de Bowie. Contratado pela RCA graças às negociações de seu advogado e empresário Tony DeFries, Bowie passou a ter à sua disposição uma boa máquina publicitária para veicular suas canções estranhas e inquietantes e, mais que isso, sua nova imagem: cabelos curtos, cor de laranja, olhos pintados e sem sombrancelha!

Claro que o LP seguinte foi uma grande sensção: pois quem iria negligenciar o trabalho de um personagem desses? O sucesso foi enorme, projetando Bowie como figura básica dos anos 70, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Meninos e meninas, entusiasmados por sua declaração que era bissexual, vestiam-se com as mesmas roupas, raspavam as sombrancelhas e pintavam o cabelo. Bowie se confundia com seu personagem: era a Ziggymania.

O álbum “Ziggy Stardust” é algo irretocável, provavelmente o melhor que Bowie já fez, e descreve a carreira de um grupo, Ziggy Stardust And The Spiders From Mars, desde seus começos, num clubinho de bairro, até o auge da fama e glória, que acaba destruindo o grupo e o próprio Ziggy.

Seus shows, a partir de Ziggy, começavam a ficar cada vez mais extravagantes, incluindo cenários móveis, iluminação complexa, e muito luxo nas roupas. Com isso, Bowie conquistou a América com uma tournée, depois foi para o estúdio gravar o que ele chamou de “O país de Deus”.

No ano de 1973, Bowie anunciou que iria parar de fazer show, dedicando-se exclusivamente a gravar (pouco), fazer filmes e curtir a vida com sua mulher, Angela, e o filho, Zowie. Mas, em 74, incentivado por seu LP “Diamond Dogs”, ele acabou se rendendo aos fãs e organizou uma grande tournée. O Bowie que os fãs e críticos viram, então, era um bocado diferente do astro glitter-espacial. Cabelos louros mais compridos, quase nenhuma pintura no rosto e roupas bem mais discretas! Bowie parecia mais um ator que um astro do rock!  Era o começo de uma nova fase para esse personagem mutante.

Bowie em 1974


A excursão “Diamond Dogs” foi tão mais monumental que as anteriores, envolvendo vários cenários e complicadas maquinarias teatral. O resultado foram custos elevadíssimos, muitas despesas, algum prejuízo e uma briga séria entre Bowie e seu co-construtor, DeFries. Era o fim também do ambicioso projeto da dupla, que tinha lançado a agência Mainman, que projetava talentos, tais como Iggy Pop e Lou Reed.

Mais uma vez Bowie anunciou sua vontade de se retirar dos palcos, e mais uma vez não cumpriu a promessa. E, agora, apresentou-se ainda mais mudado, anunciou que estava gravando um disco de Soul Music e as fotos mostravam um Bowie de cara lavada e com as sombrancelhas, gravando com músicos negros, usando terno completo e gravata.

O álbum de 75 é mesmo um disco de Soul Music, só que para dançar, mais discotecado. E a excursão foi toda feita com músicos negro e sem cenário algum, surpreendendo seus admiradores de vez!

Bowie em 1975

Bowie gosta de explicar sua carreira como “de uma pessoa que vive o papel de um astro do rock”, e nada poderia ser mais exato.

Depois disso Bowie ainda teve mais inúmeras faces, que fica para um próximo post, pois se eu postar agora, ficaria cansativo demais para ler. Num próximo post eu falo da parceria que ele fez com o Queen e dos outros álbuns dele.

Espero que tenham aprendido um pouco mais sobre a história desse ser mutante, que é conhecido como o Camaleão do Rock!  Porque ele só é igual a ele mesmo, e ele mesmo não sabe quem ele é, na verdade.

Quero agradecer ao meu pai, pois se não fosse por ele, eu não teria feito este post sobre um dos maiores ícones da música mundial, meu pai me ajudou muito. Dou todos os créditos a ele!

David Bowie – Starman (Live)

LONG LIVE TO THE ROCK!

Miami Sound Machine

Posted in Bandas Comentadas with tags , , , on 25 de fevereiro de 2010 by Ricardo Makaron

“I have learned you can’t waste time worrying about things. That’s the bottom line. I mean, you get PMS. You’re human. But you remind yourself what’s really important. There are people in wheelchairs. How can you worry about whatever?”

– Gloria Estefan

Hoje vou falar sobre uma banda dos anos 70 chamada ‘Miami sound machine’ é uma das inúmeras que começaram a moldar o que seria a música dos anos 70/80, essa banda foge um pouco do que o blog trata mas pela musicalidade vale a pena, créditos a idéia dessa matéria à festa do Eduardo, que passou na USP, e em um momento bem….churrasco, cerveja/coca, e conversa começamos eu o Sérgio o Eduardo [pai] e o tio do Eduardo a falar de umas bandas diferentes e aqui esta ‘MIAMI SOUND MACHINE’.

A banda É [sim, no presente] formada por Gloria Maria Milagrosa Fajardo nome artístico Gloria Estefan, e Emilio Estefan. A banda mesmo é conhecida mais por causa da Gloria Estefan que tem uma voz excelente.

Uma breve Biografia:

Gloria Maria Milagrosa Fajardo [Havana, 1 de setembro de 1957]. Gloria se mudou para Miami com 2 anos de idade por causa da invasão mau sucedida na Baia dos Porcos pelos americanos em Cuba [17 de abril de 1961]. Seu pai foi convocado ao Vietnã, ela pra passar o tempo e reconfortar as outras mães e filhas na mesma situação que ela cantava e assim ela descobriu seu talento, algo que segundo ela [música] foi um ponto de luz em sua vida [music was the one bright spot in my life].

Inicio da banda:

Em um casamento em que ela estava cantando ela conheceu Emilio Estefan que estava com sua banda [Miami latin Boys] se apresentando, depois de 2 músicas que ela cantou com a banda foi oferecido a ela um emprego como vocalista. Apesar de querer entrar na faculdade de psicologia ela seguiu com a banda. No fim da dec. de 70 [1978] ela e Emilio se casaram e embarcaram na cena musical de Maimi. Gloria estava no caminho para se tornar a 1° vocalista mundialmente conhecida de crossover latino americano.

Ta, legal, escrevi tudo isso, ai você deve estar se perguntando…..

‘QUE PORRA ISSO TEM HAVER COM O BLOG?’

Simples:

A pegada dançante que eles têm, o som ‘diferente’, a voz dela, tudo foi arranjado pra sair algo que só uma banda com consciência de um som legal. A banda tem tudo que os anos 70 pediam, saias, grupos enormes de pessoas dançantes e clipes….vamos dizer…..estranhos….. e tudo isso, fez com que grandes grupos de rock, heavy metal [necessidade de algo diferente] quisessem que suas músicas fossem únicas, o lance e você afinar a guitarra em uma afinação que não é a padrão, dar aquele clima alegre ou de enterro é fruto da necessidade que todos temos de ser e viver de forma diferenciada. É uma banda que vale a pena escutar, tanto pela musicalidade quanto pelo estilo que eles têm.

R. Makaron

Miami Sound Machine “Bad Boy”

Folk Rock – O gênero musical esquecido!

Posted in Gêneros Musicais with tags , , , on 24 de fevereiro de 2010 by Sergio Contri

Hey Hey Hey!

Folk rock é um gênero musical que combina elementos de música folclórica e rock and roll.

O termo surgiu em um movimento que cresceu nos Estados Unidos e Canadá na década de 1960. O som era composto por harmonias vocais afinadas e uma abordagem limpa para a utilização de instrumentos elétricos como a guitarra elétrica. O repertório era desenvolvido a partir de fontes folclóricas e também de outros artistas como Bob Dylan.

Banda The Mamas & The Papas

O estilo passou também para a Europa em um distinto e eclético gênero chamado Folk Rock Britânico, pioneiro com bandas como Pentangle e Fairport Convention, que, apesar de começarem com o mesmo som das bandas estadunidenses, encontrou elementos locais do Reino Unido para suas composições.

A partir da década de 1970 começaram a surgir ramificações no estilo que consistiam no relacionamento com outros gêneros musicais contemporâneos, tais como o acid folk, folk psicodélico (relacionado com o rock psicodélico) e folk progressivo (relacionado com o rock progressivo). O folk progressivo foi representado pela banda Jethro Tull principalmente nos álbuns Songs from the Wood (1977) e Heavy Horses (1978), apesar disso outros álbuns da banda também são bastante relacionados com o estilo.

Banda Pentangle

Hoje em dia, é difícil ver bandas que tenham como gênero musical o Folk Rock, normalmente elas misturam ele com outros gêneros musicais, um exemplo disso é a banda Matanza, que mistura o Folk com o Heavy Metal e outros gêneros, por esse motivo que o Folk Rock é o gênero musical esquecido!

Aqui vai o nome de algumas bandas que faziam sucesso nas décadas de 60 e 70 nos Estados Unidos e Europa, respectivamente:

Buffalo Springfield;  The Byrds; The Mamas & the Papas; Simon & Garfunkel.

Jethro Tull; Led Zeppelin; Oysterband; Pentangle.

É, mais uma pequena abordagem sobre um gênero musical. Aqui nós iremos tratar de todos aqueles possíveis, para que todos conheçam um pouco mais sobre a história da música mundial e não fiquem presos só a um gênero!

Jethro Tull – Aqualung


LONG LIVE TO THE ROCK!

Velhas Virgens – o Bom e velho Blues Rock

Posted in Bandas Comentadas, Bandas Independentes, Gêneros Musicais with tags , , , , on 23 de fevereiro de 2010 by Ricardo Makaron

Hey folks?

Vou falar de uma banda brazuca muito boa! Velhas Virgens! Quem nunca escutou não perca mais tempo o Blues Rock em sua forma mais pura e perfeita, não que a banda seja um poço de conhecimento, justamente o contrário, as músicas falam sobre sexo, cerveja e rock and rock.

Antes, pra quem não conhece o blues rock é algo assim um BB King que tem peso na guitarra, vocais rock  e o tempo mais rápido e quebrado o que diferencia do blues… a analogia não podia ser pior [eu sei], mas o lance dos estilos é com o Sérgio [xD]. Seguindo por ai nasce o velhas virgens suas letras mostram também sua posição política.

Velhas Virgens

Velhas Virgens

A banda começou +- em 86 quando Paulão , que já tinha tocado na banda “Beba Cerveja E Seus Copos Quebrados”, conhece Alexandre “Cavalo” Dias guitarra e Paulão no baixo se juntaram com mais alguns músicos, vocal e batera, e tocaram em vários lugares.

Em 90 Paulão assume vocal e gaita deixando o baixo pro recem chegado Fabiano ainda contando com Mario Sérgio a batera. Aqui que é o ponto legal eles passam a ficar mais próximos do blues e com letras no mínimo politicamente incorreta! E com a ajuda da vocal Claudia Lino o negócio fica quente xD.

Paulão Carvalho

Paulão Carvalho

É uma puta banda que influência muita gente além de já terem tocado com um monte de feras [Roger, Pit Passarel, Rita Lee…]

Agora com 10 álbuns completos a banda só falta ser condecorada com o título de “Orgulho Nacional”!

Tá afim de uma boa música que vai com Breja, sexo e mulher?

VELHAS VIRGENS PORRA!

R. Makaron

Toy Dolls !!! !! !

Posted in Bandas Comentadas on 22 de fevereiro de 2010 by gustavoventurini

   Guitarras rápidas , temas engraçados em algumas músicas, beirando o infantil, já em outras uma criatividade um tanto quanto excêntrica, além de um vocal único não só no Punk Rock mas como em todo o Rock and Roll.

           A banda surgiu em 79 ao norte da Inglaterra (a propósito God save the queen! , não podia perder a oportunidade ja que esta banda se trata de Punk Rock e ainda por cima advém  da terra da rainha.*rs).

      A primeira formação da banda era com Pete Zulu no vocal , Olga (apesar do nome parecer feminino em outras culturas  é um homem) na guitarra ,  Flip no baixo e    Mr.Scott na batera. Acontece que Pete Zulu saiu para montar sua própria banda, então chamaram um cara que antes nunca havia cantado para substitui-lo (já imaginam), e com uma série de shows marcados, Olga assumiu os vocais , porém não deixou as 6 cordas de lado.

   

  Olga que mais tarde viria a se tornar a alma dos Toy Dolls  tanto pelas suas composições , palhetadas,  e vocais únicos e marcantes que se tornaram referência na música dos Toy Dolls e trouxe elementos nunca vistos antes no Punk, além das  constantes mudanças de baixistas e bateristas o fizeram liderar a banda.

   Toy Dolls fara alguns  shows em 2010, infelizmente nehum deles no Brasil, para quem não conhece a banda vale a pena garimpar materiais deles por aie pra que ja conhece ouça mais ainda!!!

  A Discografia da banda, datas de shows e um pouco mais da história da banda estão no site: http://www.thetoydolls.com/

                                                                                                     – Gustavo Venturini.

Slade, uma banda pouco conhecida, mas de muito sucesso!

Posted in Bandas Comentadas with tags , , , , , on 20 de fevereiro de 2010 by Sergio Contri

Hey Hey Hey!


Hoje vou falar um pouco mais dessa banda que poucos conhecem. A banda se chama Slade e é do Reino Unido, ela é formada pelo quarteto Noddy Holder (vocal, guitarra), Dave Hill (guitarra), Jimmy Lea (baixo) e Don Powell (bateria) que marcaram a história do rock a partir de 1966, quando lançaram o single “You better Run” produzido por Kim Fowley.

Só que os anos seguintes não trariam nenhuma novidade para os músicos. O cenário não dava espaço para novas bandas com o tipo de som que o Slade fazia e com o visual que tinham seus integrantes, que era bem extravagente.

Com a entrada da década de 70, o Slade viu no chamado Glam Rock, onde o mais conhecido era o David Bowie, uma boa oportunidade de aparecer. A banda fez fotos promocionais no visual da época e lançou o single do cover “Get Down And Get With It”, que chegou ao Top 20 em 1972.

Foto promocional do Slade


Os músicos se empolgaram e Jim Lea e Noddy Holder começaram a investir em composições próprias. “Cuz I Love You” chegou ao número 1 das paradas. Até a presente data o Slade já havia lançado quatro discos: Ambrose Slade Beginnings (69), Play It Loud (70), Slade Alive! (72), Slayed?(72).

Nos anos seguintes o Slade se tornaria um campeão dos charts, enquanto músicas como “Mama Weer All Crazee Now”, “Cum On Feel The Noize” e “Skweeze Me Pleeze Me” surgiam nas paradas.

Em 73, o Slade participa de um famoso festival de natal no Reino Unido, e isso rende um álbum. A banda chegava ao topo do rock inglês(Milagre!).

Os próximos álbuns foram: New, Borrowed And Blue (74), Nobody’s FoolsWhatever Happened To Slade (78) e Return To Base (79). (76),

Fato curioso é que o Slade tinha o mesmo álbum com nomes diferentes para EUA e Reino Unido. “Old, New, Borrowed And Blue”, por exemplo, saiu na América com o título de “Stomp Your Hands, Clap Your Feet”, ninguém sabe o porque disso. Seria a censura?

Em 1980, a banda faz uma apresentação no Reading Festival. Esta apresentação se tornaria o álbum Slade Alive.

Em 1983, a banda ganha o mundo (inclusive o Brasil) com a balada “My oh My” do disco “The Amazing Kamikazee Syndrome”.

Os anos 80 foram muito competitivos para a banda que disputava o espaço com grupos como Def Leppard, na Inglaterra e com o Quiet Riot na América.

Álbuns como Rogues Gallery, que traz a excelente “Hey Ho wish Well” e “You Boyz Make Big Noize”, não conseguiram emplacar, e a banda acabou dando um tempo na carreira, só vindo a lançar um novo álbum em 1996.

Depois de lançar esse álbum em 96, a banda lançou mais 2 coletâneas com os sucessos deles, uma em 97, uma em 2005 e um box em 2006.

Capa do álbum de 2005


Só que não venderam tanto, pois ninguém lembra do Slade, só conhecem a música “Cum On Feel The Noize” por causa do Quiet Riot, que fez um cover que ficou muito legal, mas eu, particularmente, prefiro a versão do Slade.

Slade – Cum On Feel The Noize

LONG LIVE TO THE ROCK!