As Aventuras de um Roqueiro na Balada – Parte 1

Hey Hey Hey!

Hoje estou aqui para contar como foi minha aventura em uma balada da grande São Paulo no final de semana passado.

Meu amigo resolveu comemorar o aniversário dele em uma balada de São Paulo, que eu não vou lembrar o nome nunca! E como eu sou um bom amigo, eu fui, mesmo não gostando das “músicas” que tocam lá e do pessoal que frequenta esse tipo de lugar.

Chegando lá, meu primeiro pensamento foi: “Porra, eu tenho que entrar de graça nessa balada, pois se eu não entrar, ficarei muito triste por ter que pegar 80 reais em um lugar que eu não gosto”.

Aí começou de vez a minha jornada noite a dentro. Primeira pegar aquela fila monstruosa com vários playboys chatos e menininhas que se acham as últimas bolachas do pacote. É tão horrível assim, que eu fiz amizade com o segurança e fiquei conversando com ele enquanto eu esperava para entrar.

Beleza, tudo passou bem e entramos na balada, agora me vinha a seguinte pergunta na cabeça: “Cara, como me divertir aqui dentro? Como dançar? Como ficar a noite inteira sem beber nada?”

Nota: As bebidas eram todas caras! Puta falta de sacanagem isso!

Bom, como eu não sou idiota, foi fazendo o que meus amigos faziam, ou seja, aquela dancinha tosca, de ficar se mexendo como uma minhoca ou coisa pior. Depois de um tempo, eu resolvi ficar sozinho pela balada, pois meus amigos estavam na pista de dança e eu não estava afim de ficar ouvindo aquelas músicas ruins e vendo um monte de “criança” dançando feito idiotas.

Nessa minha saga sozinho, comecei a conversar com algumas pessoas para descobrir como me divertir numa balada ou o que fazer em uma balada e, por incrível que pareça, todas me respondiam a mesma coisa: “Vá dançar na pista, só tem isso”. Nessa hora eu pensei: “Mãe, me salva!”

E como dançar na pista de dança? Eu ainda falava para eles que minha dança era o Bate Cabeça. Isso foi até tema de uma cantada que dei numa menina. Sim, eu faço essas coisas também.

Eu não conseguia conversar com ninguém direito, as meninas que eu chegava para conversar já perguntavam direto se eu tinha carro, e eu respondia: “Sou roqueiro e vou na Augusta!”, logo ela iam embora, procurar um idiota para satisfaze-las com dinheiro.

Mas, a noite não foi inteira perdida, pois conheci uma menina, que se chama Anna Carolina, uma menina muito legal e que curte Rock. Sim, você não leu errado, ela curte ROCK! Essa foi a melhor parte da noite, pena que ela já estava ficando com um menino, por isso só peguei o telefone dela, mas me sinto bem, pois a noite não foi inteira perdida e ainda sairei com ela qualquer dia e claro que irei para a Augusta, nada de balada!

Por isso eu digo, não vão em balada, continuem indo na Augusta, lá é o melhor lugar para se passar a noite.

E uma frase para vocês: Não tentem mudar aquilo que não quer ser mudado.

See Ya!

2 Respostas to “As Aventuras de um Roqueiro na Balada – Parte 1”

  1. Hahahahahaha, ri demais lendo isso… Roqueiro é sempre roqueiro, não importa o lugar!

  2. sim sim, é um ótimo conselho “não tentem mudar aquilo que não pode ser mudado” mas um conselho muito bom que eu te dou também é “estar aberto a novas oportunidades”
    mesmo que seja uma experiencia ruim, você viu como é ^^

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: