Mil desculpa pela falta de posts!! Problemas particulares e falta de tempo me impediram!
Masssssssssssssssss VOLTANDO a tempo do mês rock!! Sim!!
Se tudo der certo vou trazer umas entrevistas bem legais!!
Bom estava eu vagando no youtube na minha folga e me deparo com esse vídeo do pessoal do Cifra Club Guia do Rockeiro aprendiz: Lição 1 – pop rock …. Bom achei a idéia interessante apesar de descordar da banda dos anos 10′ mas é a vida!
O vídeo fala sobre um dos gêneros do rock mais tocados, o pop rock, como o próprio nome já diz! Mas calma!! Não vão aparecer bandas toscas!! Eles citam coisas como U2, RHTC, Paralamas, formspring etc …
É uma ideia interessante! E pra quem gosta da história do rock parece que vai ser interessante!!
Como todos os roqueiros de plantão sabem, hoje é o nosso dia, o Dia Mundial do Rock! O dia em que todos nós devemos sair por aí com a camiseta da nossa banda favorita e mostrar o quão bom o rock é!
E para comemorar o Dia Mundial do Rock, que ocorre todo dia 13/07 desde 1985, foi criada uma página no Facebook. A ideia da página é que no dia do Rock, todos vistam a camisa da sua banda preferida ou qualquer uma outra que mostre que a pessoa é um apaixonado por Rock! Segue o link para você curtir: CLIQUE AQUI!
E como hoje é o nosso dia, nada melhor do que explorar esse tema tão envolvente e importante para o mundo da música jovem. O rock originou-se nos Estados Unidos na década de 1950 e ganhou o mundo a partir daí, passando por diversas modificações sonoras e visuais. Mas é importante ressaltar que o dia mundial do rock não é apenas um dia estipulado por sua música ou pela mídia, mas também pelo seu envolvimento político e social que crescia a cada década e que foi simbolizado durante o festival de rock LIVE AID, realizado em 1985.
Bob Geldof, compositor, humanista e vocalista da banda Boomtown Rats, idealizou juntamente com Midge Uri o evento que foi realizado no dia 13 de julho de 1985. O concerto aconteceu simultaneamente nos estádios JFK na Filadélfia nos Estados Unidos e no estádio Wembley em Londres na Inglaterra, e contou com a presença de diversos artistas, entre eles: Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, B. B. King, Mick Jagger, Sting, U2, Paul Mccartney e Phil Collins que curiosamente conseguiu tocar nos dois estádios, embarcando em um avião rapidamente após o show na Inglaterra rumo aos EUA.
O evento teve como objetivo principal e utópico, o fim da fome na Etiópia e foi transmitido pela BBC para diversos países.
Vinte anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.
Desde então o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock!
Bom, é isso aí roqueiros/punks/metaleiros/indies/Glam’s e por aí vai, quero ver todos vestindo a camisa nesse dia especial para o Rock e espalhando por aí o que é música de verdade!
Hoje vou entrevistar a banda Skin Culture, uma banda de Groove metal core, pesado nível 3 ! Liderada pelo vocalista Shucky Miranda, acompanha a formação do grupo o guitarrista e vocalista Edu Tagliaferro, o Baixista Gustavo Tognetti e o baterista Doug Silva.
Here we go!
Skinc Culture
AAR – Bom 1º a quanto tempo a banda esta formada e quais os integrantes?
Shucky Miranda- O SKIN CULTURE existe desde 2004 , foi formado em Mogi das Cruzes -SP.
AAR – Sempre foi essa formação?
Shucky Miranda – Ja mudamos de formação algumas vezes; não é facil manter uma banda. Exige muita vontade, atitude e responsabilidade.
AAR - Quais as maiores influências de vocês?
Shucky Miranda – Cada um na banda tem suas influencias pesssoais, mas a banda em sí eu diria que as que mais tem nos influenciado são: SEPULTURA (Chaos AD) , PANTERA , MACHINE HEAD, SLIPKNOT , SOILWORK , DEMON HUNTER, entre outras tantas.
AAR - Vocês vão lançar um novo album agora em junho, qual o tema desse novo trabalho? E quem compõe as músicas?
Shucky Miranda – O CD se chama THE FLAME STILL BURNS STRONG ; acredito que esse album vá atrasar um pouco o seu lançamento, pois queremos algo ainda superior ao nosso CD anterior. As musicas refletem bastante sobre os caminhos que escolhemos em nosso dia a dia, e que a escolha errada pode custar um preço muito alto a ser pago. Também escrevi bastante sobre as provações que eu tenho enfrentado por causa da minha fé em Jesus Cristo.
AAR - O 1º album de vocês o som era mais nu metal no 2º é bem mais death e pesado, porque dessa mudança?
Shucky Miranda – É natural; eu não diria Death Metal mas sim bem mais pesado e agressivo se comparado ao HUMANGEDOM. Acredito que o principal fator de a banda estar cada vez mais pesada e agressiva é porque é como vemos a juventude de hoje em dia. Tudo está mais agressivo, violento e se perdendo. Precisamos ser ainda mais agressivos e encarar de frente todo esse caos com a força da nossa musica para mostrar que existe um caminho melhor a seguir.
AAR - O som de vocês é white metal, um estilo que fala sobre Deus, vocês sentem difilculdade pra tocar em algum lugar ou na hora é rock e tudo certo?
Shucky Miranda – Se levar paz, amor , salvação ao seu proximo é ser White Metal… bem , então somos sim (rsrsrsrrs). Enfrentamos sim todo tipo de preconceito. Mas acredito que os crentes são ainda muito mais preconceituosos. O problema é que eles deveriam ao invés de transformar a igreja num clubinho privado, deveriam encarar o mundo como temos feito e levar o foco para todos como deveria ser.
Galera muito obrigado! Se quiserem deixem uma mensagem pros nossos leitores!!!
Shucky Miranda – Obrigado a todos pela oportunidade, nos veremos em breve nos palcos da vida. União e Respeito sempre…. Deus abençoe a todos…
É isso ai, metal nacional que merece muito respeito!!
Para contatos, ouvir as músicas, e todo o pacote seguem os links!!
Esse é um daqueles posts de informações inuteis kkk
O whiplash colocou essa matéria no ar faz um bom tempo, mas hoje de manhã eles recolocaram e achei bem legal Here we fucking go
10. TURISAS
“Rasputin” [Single] (2007)
Os caras finlandeses com peles e pinturas de guerra, espadas e raiva saindo de, estranhamente, uma bola de discoteca. Espere, o que? A imagem é muito mais do que sabemos, mas como uma bola de discoteca foi parar na imagem de “Rasputin”? Inicialmente, pensamos que o TURISAS teria feito algum cover de “Hot Stuff” ou “I Will Survive”. Não, eles apenas estavam mal vestidos e sem nenhuma ideia.
9. RAVEN “The Pack is Back” (1986)
“Roqueiros atléticos”. O RAVEN nunca teve uma ótima capa de álbum. Eu disse nunca? “The Pack is Back” evidentemente foi a melhor tentativa de fazer o grupo parecer “atlético”. Uma tentativa de competir com outras bandas em vários esportes, notavelmente mal-sucedida. Bem, caras sem músculos, posições de poder e botas do Village People não parecem exatamente fortes, mas, ei, nós perdoamos. É a intenção que conta.
8. LOST HORIZON “Awakening the World” (2001)
A banda sueca LOST HORIZON, também conhecida como o “HAMMERFALL KILLER” em alguns círculos seletos, veio para fora dos portões com um álbum flamejante. A arte tão ruim do álbum não poderia sequer se comparar à música. Eles tem os abdomens e os biceps para lutar no óleo com oMANOWAR, mas o resto da capa do álbum é um mistério. Homens Rato, Homens Porco, Homens Abutre em aparentes posições de poder e influência. Captamos essa. Espere, não captamos.
7. MAJESTY “Sword & Sorcery” (2002)
O MAJESTY, agora conhecidos sob o nome pouco inspirado de METALFORCE, tem todo o estilo D&D/MANOWAR. Guerreiros, triunfando em seu caminho, usando um machado duplo e um escudo (bem real, sem dúvidas). Mas atenção, guerreiro! Há um exército de malvadões com chifres vindo por trás de você. Eles querem sua cuequinha de peles e botas. Não importa. O guerreiro irá quebrar todos.
6. AMON AMARTH “The Crusher” (2001)
Falando em quebradores… a banda sueca AMON AMARTH fez um álbum intitulado “The Crusher”. Com uma versão legal de Mario do Super Mario Bros, o terceiro álbum do AMON AMARTH é um para ser lembrado para sempre. Mas nós não podemos dizer se é Mario o Armeiro, ou Mario o Mito Nórdico, ou o que seja. Provavelmente tudo junto. O sucessor de “The Crusher” seria “Versus The World”, outro álbum com um grande desenho armado olhando para cima e pronto para conquistar o mundo. Sucesso épico!!
5. THE GATES OF SLUMBER “Conqueror” (2008)
Ok, aqui vamos nós. Os caras do THE GATES OF SLUMBER não têm físico de praia. Então, o que falta neles no departamento de ‘corpo de praia’ sobra em riffs e na arte do álbum também. Um guerreiro estilo Conan no meio, braços abertos, uma espada cheia de sangue em uma mão e a cabeça de uma vítima na outra. Encantador! Então há uma moça pelada nos seus pés. Duplamente encantador! O cinto com uma caveira enorme do DANZIG também não poderia ficar de fora.
4. ACCEPT “Balls to the Wall” (1984)
Essa capa está no inconsciente da maioria dos metaleiros. O que isso significa? O que oACCEPT estava tentando comunicar aqui? Eu deveria me sentir um pouco desconfortável quando olho a perna tensa cabeluda e suada deste cara? Por que ele está segurando uma bola? Que tipo de bola é? Parece dura. Como eu sei disso? Bem, as veias do cara estão saltando. Não a veia principal, mas as veias da sua mão. Todos esses anos e nós ainda não chegamos a uma conclusão. E, sim, até agora estamos um pouco desconfortáveis.
3. MANOWAR “Warriors of the World” (2002)
Qual lista de capas de “macho” estaria completa sem o MANOWAR? Nenhuma! Em 3º está “Warriors of the World”. Material típico do MANOWAR, realmente. Um guerreiro musculoso, espada na mão, abdomen tipo tanquinho, grande bandeira dos EUA na outra, vindo de uma caverna estilo Flautista de Hamelin. Sua comitiva? Um monte de homens com os peitos de fora segurando bandeiras de vários outros países, trazendo seu poder de macho conquistador. Mas espere. Onde está a cabeça dele? Parece que pagaram pouco pela arte.
2. VIRGIN STEELE “Noble Savage” (1984)
O VIRGIN STEELE é bem conhecido por ter pego a mesma estrada do MANOWAR. Um cara menos corpulento e forte do que oMANOWAR, mais brando, porém atlético. O VIRGIN STEELE é menos Conan do que seus mestres. O “Noble Savage” se adapta bem. Um céu flamejante, abdomen coberto, usando espada, um guerreiro quase nu com seu punho para o alto sinalizando para uma águia. Precisávamos de um abdomen coberto, de um cara quase nu? Acho que sim.
1. MANOWAR “Anthology” (1994)
Realmente, esta lista completa poderia ser de capas do MANOWAR. Apesar disso, essa pobre capa de álbum – onde está o logo doMANOWAR? – é a capa mais de macho de todas. Pelo menos na nossa humilde visão. Quatro caras musculosos, salvadores do metal cheios de óleo são tão metal que eu não sei nem por onde começar. Vamos tentar mesmo assim. Joey DeMaio tem uma espécie de imã para garotas ali. Suas pernas italianas ultra cabeludas. Realmente, estamos imaginando: onde comprar um par dessas botas brancas de pele?
Eu disse que não ia mudar sua vida masssssss…. vale a pena perder um pouquinho do tempo kkk
Depois da semana passada que fizemos o louro hoje faremos bêbe…b. HÁ 1º PRIMEIRO DE ABRIL!
Acho que já perceberam que eu sou mestre em piadas sem graça, né?!
Bom, quem perdeu os post passado, o quadro dicas fica nas sextas que agora variam entre eu e o @Sergiocontr. Eu vou tentar pelo menos postar sempre.
A 1º banda é um pouco conhecida lá fora mas aqui no Brasil nem tanto é a banda Montain formada em 69.
O grupo era um trio composto de Leslie West na guitarra, Felix Pappalardi no baixo e Corky Laing na bateria. O vocal cru de West, a bateria fluente de Laing e as linhas de baixo pesadas de Pappalardi formavam o som distintivo do Mountain.
A banda se apresentou no Festival de Woodstock mas não foi incluída no filme ou na trilha sonora. O Moutain recebeu uma certa aclamação da crítica mas nunca conseguiu alcançar sucesso comercial.
Acho essa uma das coisas mais legais e “pesadas” da década de 70.
A 2º e última banda é Black rebel Motorcycle club.
Black Rebel Motorcycle Club, ou B.R.M.C., é uma banda de rock psicodélico de San Francisco, Califórnia, mas residem atualmente em Los Angeles. A atual formação é Robert Turner, Peter Hayes e Leah Shapiro. Nick Jago, antigo baterista, saiu da banda para dedicar-se a um projeto solo. Com influências que vão desde Johnny Cash, Iggy Pop and the Stooges, The Doors, Sex Pistols, até bandas britânicas do anos 80, especialmente The Jesus and Mary Chain. Outra influência deles são bandas como My Bloody Valentine e Ride, do estilo musical shoegaze, caracterizada pelo ritmo psicodélico lento. No terceiro disco, Howl, eles incorporam ritmos como folk, blues e gospel.
Desculpe pela falta de post tanto do @Sergiocontri quanto meu.
Início de ano nesse país só depois do carnaval então já viu! Críticas pra depois vamos ao que interessa! Rock Fucking Roll!!!
Muitos gostam do grunge, eu adoro. Nirvana, Pearl Jam, Sound Garden, smashing Pumpkins, mudhoney e tantos outros.
Como Nirvana é uma das bandas que todo mundo sabe vou falar de outra. Ladies and Gentlemans! Com vocês peal jam!!!!
“Epílogo”
Formada em Seattle no início de 90, a banda que antes da entrada de Vedder era formada pelo guitarrista Gossard e pelo baixista Ament, juntos eles tinham uma banda de hard rock [como a maioria das bandas até o final dos anos 80 eram] a banda se chamava Green river e lançou um ep. Nessa banda ainda tinham Steve Turner e do vocalista Mark Arm. Em 88 a banda se separa, Arm e Turner formam o Mudhoney.
Jeff e Stone continuam juntos e, juntamente com o baterista Jeff Turner e o vocalista Andrew Wood, formam uma nova banda, chamada Mother Love Bone. Lançam em 1989 o EP Shine e, em 1990, um álbum chamadoApple. A banda começa a fazer sucesso nos EUA, quando, logo depois do lançamento de Apple, em 16 de março de 1990, morre o vocalista Wood, vítima de uma overdose de heroína.
Chris Cornell, amigo de Andrew Wood, sugeriu um disco tributo para Wood. Nascia então o Temple of the Dog, projeto que reuniu integrantes do Mother Love Bone e do Soundgarden. Para a guitarra solo, convocaram o ainda iniciante Mike McCready, que já tocava, nesse meio-tempo, com Jeff e Stone os instrumentais que Stone havia composto mas que ainda não haviam sido gravados. Stone, Jeff e Mike haviam, na época do Temple, recentemente encontrado um vocalista para os instrumentais que tocavam: Eddie Vedder, vocalista de Evanston, indicado por um amigo comum: Jack Irons, baterista da primeira formação do grupo californiano Red Hot Chili Peppers. Devido ao grande talento de Eddie Vedder, este fora convidado a gravar vocais de fundo para o Temple of the Dog. Este supergrupo de Seattle lançou seu disco homônimo em 1991 e emplacou a música Hunger Strike nas paradas. Porém, Stone, Jeff e Mike estavam agora mais centrados no conjunto que formaram com Vedder.
Agora sim o Pearl esta formado, legal reparar como as bandas estavam ligadas, Seattle que antes era conhecida por porra nenhuma [Tirando que hendrix é de lá] agora se torna a meca do Rock no anos 90
Eddie Vedder juntou-se a Stone, Jeff e Mike por meio de Jack Irons, que posteriormente viria a ser o baterista do Pearl Jam. Irons enviou, após audição dos intrumentais de Stone e grupo (tocados com a ajuda de Matt Cameron, baterista do Soundgarden e do Temple of the Dog), um fita demo para Eddie Vedder. Os grooves cheios de energia e dinamismo de Stone inspiraram Eddie a compor as letras (todas no mesmo dia) para os três instrumentais contidos na fita (Eddie tinha as três letras na cabeça depois de uma tarde surfando). Tornaram-se assim as músicas que futuramente fariam-se sucesso na banda sendo duas do álbum “Ten”: Alive, Once e Footsteps, esta lançada no single Jeremy. O que mais impressionou Stone e os outros foi o fato de que as letras que retornaram cantadas de forma marcantes, fortes e instigantes. E extremamente pessoais, cantadas por Eddie com extrema paixão, convicção, num modo tocantemente ligado ao cantar das letras; em ocasiões sussurando; por vezes cantando-as como se saíssem das visceras, do fundo de seu coração. Falavam de temas psicológicos envolvendo traumas familiares, conseqüências desses conflitos e a ausência da figura paterna. Alive fala do garoto que descobre, pela sua mãe, que seu pai verdadeiro não era o que conhecia. Que toda a sua vida o homem que acreditara ser seu pai (e há razões para acreditar que esse pai não o tratava muito bem) não era seu verdadeiro pai. A perturbação psicológica e o comportamento homicida manifestaram-se em Once, sua continuação. Em Footsteps temos o rapaz, já mais crescido, na cela de uma cadeia, completando a mini-ópera de Vedder. O tema é todo tocante e as interpretações as mais diversas. Com essa formação eles formam o Mookie Blaylock. Com canções permitiram que os rapazes montassem uma das mais importantes bandas do Rock and roll. A essas três canções, Eddie Vedder deu o título de Mamasan Trilogy.
[fonte wikipédia - Não gosto de usar muito o wiki nas pesquisas mas essa ta muito bem escrita]
O nome pearl jam vem literalmente do nada. Mookie Blaylock é uma geléia que a avó de Vadder fazia [o nome da avó é Pearl] que segundo ele tinham poderes alucinógenos. como essa explicação leva do nada a lugar nenhum a melhor definição é do baixista Ament segundo ele esse nome teria surgido depois dele assistir uma apresentação das bandas Sonic Youth e Crazy Horse. Sem nada de alucinógenos [?????] .
Eu vou párar por aqui porque tem muita coisa a se falar do pearl, provavelmente semana que vem vou falar dos albuns e do mais inspirado de todos, o TEN.
Me desculpem os que curtem hard [coff coff @Carolcontri] mas ainda bem que a banda passou disso
Todos sabem que o rock nasceu do blues com o country, e temos vários ícones que mesmo depois do rock consolidado voltaram a beber dessa fonte, bandas como, Beatles, Rolling stones, Eric Clapton entre muitos outros.
E claro todo estilo tem seus mestres, mentores, deuses. E um deles são, inegavelmente, os irmãos Vaughan! O Stevie é bem conhecido mas seu irmão é um cara de qualidade e musicalidade excepcional!
Breve Bio!
Nasceu no dia 20 de março de 1951 em Dallas, Texas,
Seu estilo foi influenciado por Freddie King, que deu-lhe aconselhamento pessoal. Também dois outros guitarristas de blues, Albert King e B. B. King, foram importantes influências. Johnny “Guitar” Watson foi outra importante influência precoce
Jimmie Vaughan
Ele formou a banda A Fabulous Thunderbirds com o cantor e harpista Kim Wilson, baixista Keith Fergusson, e o baterista Mike Buck. . Os quatro primeiros álbuns da banda, lançado entre 1979 e 1983, estão classificados entre os mais importantes ( “blues branco” ) gravações. A Fabulous Thunderbirds ganhou um novo contrato em 1986 e fez vários álbuns mais comerciais. Jimmie deixou a banda em 1989 e fez um “duo álbum” chamado Estilo Família com seu irmão mais novo, Stevie Ray Vaughan.
Vaughan lançou seu primeiro disco solo Strange Pleasure em 1994. O álbum continha uma música “Six Strings Down” que foi dedicado à memória de seu irmão. Ele continuou a sua carreira solo desde então. Fora que é um colecionador de carro e teve vários de seus carros expostos e modificados.
Trabalhou com B.B. King, Eric Clapton, no filme blues Brothes 2000 e abriu vários shows para Bob Dylan!
Apesar de seu irmão ter tido um puta sucesso e Jimmie ter ficado no “background” ele é um guitarista ferrado!! Vale a pena conhecer seu trabalho, fica a minha dica!
Tudo bom? Depois de uma semana realmente tensa eu consegui voltar a fazer os posts aqui. Chega de choro here we go!!
James Marshall! Sábado agora fez 40 anos sem o grande mestre da guitarra… sim Hendrix!!! Nascido em 42 [27/09] em Seattle , alcançou o sucesso nos EUA com o festival Pop de Monterey, tocou na banda do Little Richards e uma vez disse que queria fazer com a guitarra o que o Little fazia com a voz. Explorou incessantemente os drivers mais pesados sempre optando por colocar mais ganho [o que o poder real do driver] e os agudos, também foi o cara que não brigou com o microfonia mas a colocou em suas músicas como extenções de seus riffs. Ele teve muita influência do blues por isso usou muito a escala pentatonica [uma escala completa tem 7 notas a penta vc exclui duas notas que variam se a penta é maior ou menor] fora que Hendrix não sabia outras escalas [mas sabia todas as cores do LCD =P]. Em algumas músicas ele até tentou usar uma escala completa [a música ficou uma merda diga-se de passagem].
Uma vez Carlos Santana deu a idéia de fazer mais músicas mostrando a origem indígena de Hendrix. Jimmi também foi o cara que popularizou a estereofonia e phasing [o que???]
Hendrix
estereofonia – Gravar em 2 canais, em uma lado do fone vc escuta uma coisa do outro lado vc escuta outra
Phasing – Repetição de uma frase ou som por todos os instrumentos de maneira não identica
Morreu em 18/09/1970 de forma misteriosa [sera que foi a CIA mesmo?] eu li muita coisa sobre e tem umas teorias realmente loucas [como um cara toma 9 pirulas pra dormir sem saber o que é??].
Bom todo guitarrista sonha em tocar com os dentes e fazer a guitarra ter múltiplos orgasmos.
Idolatrado, admirado, endeusado [ou é indeusado? sei lá]. Salve Hendrix!!!
Antes de começar quero desejar a todas as mães de todos os roqueiros do mundo um feliz dia das mães pq aguentar roqueiro pedindo R$ pra ir em shows é foda!!
Hey folks?!
Como todos sabem [se não sabem fiquem sabendo] que no dia 8 de maio de 1970 foi lançado o último album dos beatles!
Diferente dos 40 anos do 1ª album de heavy metal, não vou fazer uma postagem gigante nem falar da bio da banda, vou colocar quais eram as faixas e curiosidades sobre elas, here we go, fellas!
Let it be
Curiosidades sobre as músicas
Two Of Us: O início, “‘I Dig a Pygmy’, by Charles Hawtrey and the Deaf Aids… Phase One, in which Doris gets her oats!”. “Deaf Aids” era o apelido de seus amplificadores. Música simples feita por Paul em referência a sua esposa Linda Eastman. Mostra um lado não visto há muito tempo nos Beatles: um dueto em perfeita harmonia e sintonia entre Paul e John que lembrava o começo dos Beatles, com a crescente amizade entre eles. Dig a Pony: Música com ótima construção musical e letra composta por John (que achava essa música um lixo), já trazendo sua nova filosofia de vida que basicamente diz que “você pode fazer o que quiser”, e no final dizendo para Yoko: “All I want is you”.
Across the Universe: foi composta por John Lennon nos tempos que passou no retiro espiritual de Maharishi Mahesh Yogi em Rishikesh, Índia em 1968. A primeira versão contou com um coro feminino de duas fãs que estavam na frente do estúdio em Abbey Road naquele dia. Uma delas era a garota brasileira Lizzie Bravo. George compôs e gravou uma música em homenagem a elas, Apple Scrufs, em 1970.
John tomou emprestado a expressão que os discípulos de Maharishi usavam frequentemente: “Jai guru deva. Om.” Que significa algo como “Vida longa, guru Dev.” A frase: “Thoughts meander like a restless wind inside a letter Box/They tumble blindly as they make their way across the universe” traduzida como: Pensamentos se movem como um vento incansável dentro de uma caixa de correio/Elas tropeçam cegamente enquanto fazem seu caminho pelo universo”, se remete ao fato de Yoko Ono estar enchendo a caixa de correios de John com cartões postais(alguns escritos com seu próprio sangue), mesmo ele ainda sendo casado com Cynthia Powell. “Across the Universe” também foi regravada pelo cantor britânico David Bowie com a participação de John Lennon, atualmente saiu um filme com esse nome e também com artistas cantando músicas dos beatles na trilha sonora.
I Me Mine: A última canção gravada pelos Beatles (sem John Lennon) foi essa de George Harrison, em 3 de Janeiro de 1970. A letra é uma crítica ao egoísmo humano e o sentimento de individualismo e guerra de egos presente no grupo naquele momento, “I Me Mine”, expressão traduzida: “Eu sou mais eu”.
Dig It: Música creditada por todos os Beatles e salva por Phil Spector dos tapes perdidos, mais parecendo um bottleg. Na música John cita o refrão de Bob Dylan: “Like A Rolling Stone” e também a CIA, o FBI, a BBC, o bluesman B.B King, a atriz e cantora Doris Day e o jogador de futebol escocês Matt Busby, seguido das palavras “Enterre-o”.
Let It Be: Escrito por Paul em homenagem a sua mãe. Na música ele diz: “Mother Mary comes to me” parecendo algo Católico ou Cristão (Ave Maria), mas na verdade foi feito pensando em sua mãe Mary McCartney vítima de um câncer, que o abalou profundamente quando era criança. Ele sonhou com ela vindo em sua direção e dizendo Let it be, algo como “deixa estar” ou “vai ficar tudo bem” e quando acordou, já estava com a melodia da música na cabeça. A música existe em duas versões do solo do George Harrison. Sem contar uma versão do álbum “Let It Be…Naked”. John Lennon toca baixo nessa canção.
Maggie Mae: Creditada por todos os Beatles, contando um caso de uma prostituta que roubava lojas, é uma tradicional música folk da cidade de Liverpool. A música lembra os folks americanos, e foi gravado apenas 41 segundos de música, mas era mais extensa segundo Lennon.
I’ve Got a Feeling: Música claramente escrita por Paul para Linda Eastman. Com a fusão de uma música inacabada de John, “Everybody Had a Hard Year”(John tinha tido um ano difícil mesmo, com sua separação, o afastamente de seu filho Julian, as complicações com os Beatles e a Apple e a não aceitação da Yoko pelos membros da banda.) e foi também usando o riff de outra música incompleta de John, “Watching Rainbows”.
One After 909: Foi composta por John e Paul quando estes ainda eram adolescentes no quarto de John em Liverpool, nessa época escreveram também “I Call Your Name”. A canção foi inspirada em músicas do Chuck Berry como “Maybeline” e é um R&B direto e uma letra engraçada sobre uma garota que passa o cara para trás dando o endereço errado do trem que ela vai pegar. Foi gravada especialmente para o projeto Get Back.
The Long And Winding Road: Foi composta por Paul em sua fazenda na Escócia. Ele se imaginou como Ray Charles e escreveu o que se passava na sua cabeça em relação aos Beatles e a situação em que se encontravam. Como dito antes, Paul não gostou do produto final dessa música, odiou o fato de “terem mexido em sua música sem seu consentimento” e pediu para “refazerem a música” tendo seu pedido negado, possivelmente criando a ruptura final entre eles. Só em 2003 quando lançou “Let It Be…Naked”, fez a versão do seu gosto. John Lennon toca baixo nessa canção, mas foi editada por conter muitos erros.
For You Blue: Lado B do compacto de “The Long And Winding Road”, escrita por George Harrison que canta e toca uma espécie de banjo ou craviola adquirido na Índia. John Lennon toca um “Lap Steel Guitar” ao estilo do blues com uma ressonância incrível na guitarra e durante a música é possível ouvir Harrison dizendo: “GO, Johhny, GO” e ““Elmore James got nothing on this, baby”, se referindo a música de inspiração, “Madison Blues” de Elmore James. Em 29 de novembro de 2002, Paul cantou essa música no “Concert for George”, um show em memória ao primeiro aniversário de morte de Harrison.
Get Back: Paul compôs as melodias durante os ensaios em Twickenham, antes de entrar no Estúdio da Apple, o que atraiu a atenção de John a trabalhar na letra, que a princípio usou como tema o ódio e o preconceito da Inglaterra e o “National Front”, com os imigrantes paquistaneses. Algumas frases traduzidas compostas por Lennon: “Enquanto isso, lá, montes de paquistaneses/Vivem em um conjunto habitacional/Conte-me qual é o seu plano, candidato Macmillian/Não me dirá como está”. Mas isso foi abandonado na última hora, porque eles ficaram com receio de serem mal interpretados pelo Paquistão. Em entrevistas posteriores George Harrison disse que Paul cantava o refrão nos ensaios com um olhar “esquartejador” para Yoko Ono: “Get back to where you once belonged” ou “Volte para o lugar de onde você veio”. Ao final da música Get Back, Paul agradece os aplausos de Maureen, esposa de Ringo (Thanks, Mo!) e John tem a palavra final por alguns segundos: – Eu gostaria de agradecer a todos em nome do grupo, e espero que passemos na audição!